terça-feira, 22 de abril de 2014

Sonho

Domingo. Acordei lá pelas dez. Abri as janelas e respirei fundo, a noite anterior fora ótima mas estava com um gostoinho de quero mais.  Na verdade, ultimamente tenho-me deliciado de uma satisfação indescritível. Foram difícil as escolhas que fiz, mas nunca é fácil deixar de lado os hábitos que todos acham normais e óbvios para uma moça. Escolhi ser independente, ter sua empresa, minha casa e minha vida inteira para viver intensamente como bem quero. E foi assim, ignorando as escolhas óbvias que conquistei a satisfação de agora.
A satisfação e os romances, as aventuras em tons fortes, os amigos excêntricos, os amantes incansáveis e os dias invariavelmente marcantes.
E foi num dia assim, após abrir as janelas amplas e se espreguiçar vestida apenas de sua delicadíssima camisola de renda que ouvi o telefone tocar e sorri ao ouvir a voz de uma de minhas deliciosas conquistas.
Eu sonhei com você ele disse.

Hummm mordi os lábios lembrando-se das tardes quentes nas praias em Cabo Frio em que aquele paulista desavergonhado parecia ter uma energia inesgotável.
Sonho bom? perguntei com saudade.
Como não ser bom se foi com você? Acordei louco de saudade e feliz por relembrar em sonhos como é ter você. A voz dele parece ofegar.
Me conte.
Sonhei que a gente transava.
Eu odeio resumos quando se trata de coisas gostosas ― espreguiça sobre o sofá como se fosse uma gata manhosa, a camisola pequena demais me deixa sentir a brisa da manhã ― Se foi bom, me conte em detalhes.
Eu acordei quase num susto ― ele começa a contar ― o coração acelerado. Foi tão real aquele sonho, tão intenso, cada detalhe permanece vívido em minha mente, seu sabor em minha boca, o cheiro de sua pele inundava meu quarto. Sonhei que estava com minha namorada numa festa, conversávamos com algumas pessoas quando você chegou e, ao primeiro olhar, parece que todo meu corpo se acendeu de desejo por você.
No sonho você estava com uma saia jeans, a blusa branca, o sorriso tão menina e lascivo ao mesmo tempo; você passa sorrindo por mim e em mim o sangue ferve. Minha namorada me beija, roçando-se em mim; ela gosta da sensação de roçar as coxas em minha ereção; mas nem imagina a razão de eu já estar daquele jeito.
Cafajeste ― sorri divertindo-me.
A festa fica aos poucos mais e mais eletrizante, a música alta, você dança ― ele continua ― e de repente me vejo sozinho e minha namorada conversando com outras pessoas. Não penso duas vezes e em sua direção, ao me ver você parece fugir; mas não é fugindo que você está, mas me levando pra onde você quer. Você se mistura em meio à multidão, meu sangue ferve ao ficar te procurando com raiva e um desejo cada vez maior. Seu cheiro que nunca mais saiu de mim me enlouquece, me leva até você. De repente te vejo dançando com um cara, vocês se abraçam, ele te aperta e isso só aumenta minha vontade de ter você. Você me olha por sobre os ombros dele e deixa escapar um sorriso de pura malícia, para então empurrar o cara e se perder novamente entre as pessoas. É te enlouquecer, penso em desistir, mas uma vontade maior que tudo me faz continuar atrás de você. Estava enfeitiçado.
E está! ― sorrio enquanto brinco com as unhas roçando sobre a pele.
Finalmente te vejo sair da multidão e se afasta como fingindo que foge, mas claramente me atraindo. Te alcanço, te empurro contra a parede e te beijo com tamanha vontade que mal respiro. Você arranha minhas costas e nosso beijo de se aprofunda como se nossas bocas se fundissem. Você se contorce de prazer, minhas mãos sobem pelas suas coxas. Sua calcinha delicada não consegue impedir que meus dedos deslizem no seu sexo que já lateja de desejo. Você também sente presa, abre o zíper de minha calça e me guia já me querendo dentro de você.
Mas eu te quero degustar por inteiro, me desespero tentando abrir os botões de sua blusa e acabo arrebentando os botões pra ter o prazer de beijar seus seios maravilhosos. Seus mamilos lindos e rijos me dão água na boca e eu sugo com força seus seios, mordisco seus mamilos enquanto adoro te ouvir gemer no meu ouvido. É então que você sussurra mordendo minha orelha: “me fode” e me encaixa em você e morde meu pescoço pra não gritar quando eu começo entro em você com vontade. ― Ele faz uma breve pausa em que eu posso ouvir sua respiração e o pedido ― Posso continuar?
Por que parou? ― mordo os lábios com as mãos deslizando sobre a pele nua, a camisola já está no chão e meu corpo todo se aquece.

Era tão real... ― do outro lado da linha ele suspira ― Sua saia erguida até a cintura, a calcinha de lado sem incomodar a gente se amando do jeito mais gostoso possível.
― Se amando? ― interrompo-o.
Fodendo... – ele sorri tímido.
Humm... pensei ter ouvido outra coisa ― minha voz é pura lascívia que faz o pobre rapaz arder de desejo.
Como era bom te sentir tão quente e apertada. Sua blusa aberta deixando seus seios naquele balanço mágico, suas pernas enlaçadas na minha cintura, suas unhas cravadas nas minhas costas e nossos gemidos que só não se ouvem quando nos beijamos loucamente. Você diz “vem, do jeito que eu gosto” e eu mal respiro enquanto você uiva de prazer me puxando, me querendo, me fazendo entrar cada vez mais fundo.
Deixo escapar um gemido ouvindo o sonho devasso daquele paulista safado. Ele parece ofegante e eu também sinto o sangue ferver. Lembro-me das férias em Cabo Frio quando nos encontramos num bar à beira-mar e combinamos perfeitamente na cama. ― Conta mais seu tarado ― provoco adorando ouvir novamente aquela voz gostosa falando obscenidades em meu ouvido.

― Enfeitiçado por você eu só quero te degustar inteira ― ele interrompe o relato para dizer como gostaria de estar agora comigo, mas continua ― te seguro forte, arremeto com energia dentro de você, não há som no mundo como os seus gemidos de prazer nem como a perfeição como a gente se encaixa. Você aperta suas coxas ao meu redor gozando enquanto me arranham as costas. Beijamos-nos e minhas mãos seguram firme sua bunda e pela última vez você grita de prazer porque logo meu corpo todo estremece, se contorce e eu explodo como se o prazer se desprendesse de um ponto específico e espalhasse pelo nosso corpo inteiro. E foi assim, com uma satisfação indescritível que eu acordei sentindo seu perfume e falando o seu nome.
Deixei o telefone cair no chão e minhas mãos se abandonaram na tarefa de me fazer me fazer transbordar de prazer até o orgasmo me acalmar.

21 comentários:

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