sexta-feira, 9 de maio de 2014

A três - lembranças de uma tarde inesquecível (parte 1)

Lembro-me ainda do dia quando uma amiga disse descaradamente que achava que tu tinha vontade de fazer sexo a três. Na verdade ela tada falando das fantasias delas e eu perguntei se ela achava que Ru tinha alguma. Ela disse: “Com (quase certeza) sexo a três”.

Depois de muita conversa disse pra ela que já havia recebido proposta uma vez de dois caras amigos, e diante da surpresa dela emendei:

“Acho mais fácil a 3 com 2 homens me pegando”.

E ai ela começou a deliberadamente atiçar minhas vontades falando coisas como "um te beijando, te chupando e o outro te preenchendo". Eu não tinha condições de negar que isso seria uma delícia e ela continuava falando coisas como “um te beijando os seios e o outro naquele sexo oral alucinante”. Como discordar que seria bom demais duas sensações maravilhosas juntas?

O fato é que aquele dia passou e a vida seguiu, nem me lembrava mais daquela conversa caliente quando numa quente e preguiçosa tarde de sexta-feira, feriado, passei na casa de um amigo.

Quando cheguei ele veio todo simpático me receber; ele é um fofo, um vagabundo fofo (rs). Senti um certo prazer quando soube que ele estava sozinho em casa, digamos que fiquei animadinha, hehehe. Tanto que por um segundo fiquei chateada quando um amigo dele chegou atrapalhando nossa conversa. Apenas por um segundo, porque no segundo seguinte estava admirada com o amigo dele, bonito, divertido e com uns olhos brilhantes me olhando com um desejo explícito.

Enfim, o papo foi ficando cada vez mais interessante e eu sentindo a energia sexual dos dois me comendo com os olhos, aquele calor no corpo só daquela idéia me passar pela cabeça... Tudo piorou (ou ficou mais interessante) quando meu amigo nos chamou pra dentro pra beber alguma coisa. Fui sabendo que eles tinham segundas e terceiras intenções; mas estava curiosíssima para saber em que isso iria dar (curiosa e excitada com a expectativa).



Já dentro da cozinha o amigo dele reclama do calor e tira a camisa... é minha vez de "come-lo" com os olhos. Nesse momento ele me oferece uma cerveja e eu aceita, não sou muito fã mas está calor... Enquanto bebe não consigo tirar os olhos do amigo dele, simpático e safado bebendo também e sem camisa. Não sei se meu amigo ficou com medo de ficar de fora de alguma possível diversão ou se ele percebeu que o memento era propício. O fato é que ele chegou pra mim e disse sem meias palavras: "eu sempre tive vontade de te beijar". O riso foi inevitável, mas antes que ele ficasse sem graça respondi: "...e porque nunca tentou?". Ele foi falar alguma coisa, dei um passo na direção dele com a intenção de provocar; ele me surpreendeu me puxou e beijou minha boca ali mesmo. Beijou não, ficou beijando. E eu que já estava tomada pelo clima gostoso que tava rolando ali correspondi e aquele beijo foi ficando gostoso demais, ainda mais quando senti o amigo dele chegando por trás beijando sua nuca.

Era surreal, eu e ele naquele beijo guloso, o vagabundo chupava minha língua e eu podia sentir a ereção dele bem lá, e o amigo dele beijando e dando mordidas na minha nuca, pegando na minha bunda... e eu simplesmente sem conseguir evitar empurrar minha bunda no volume dele.

Minha resposta pra meu amigo vagabundo (“e porque nunca tentou?”) foi a nossa última fala. Depois disso foi uma sucessão de acontecimentos que foram gradativamente aumentando o calor, o tesão e o prazer. A gente não se falava, só se olhava e se beijava, se pegava, que mordia, se puxava, se entrelaça, se acasalava.

Era uma paixão animalesca, parecíamos bichos tomados por uma inesgotável energia sexual. Eu era uma fêmea entre dois machos.



De repente o amigo do meu amigo puxou meu rosto interrompendo aquele beijo gostoso, ele também queria me boca e me beijou enquanto as mãos dele passeavam sobre minha blusa apertando suavemente meus seios. Meu amigo desceu a boca para meu pescoço beijando e roçando os dentes.não sei como chegamos até o sofá com a boca dele já beijando meus seios, uma de minhas mãos já segurando na haste enrijecida dele enquanto o amigo dele afastou-se de nós por um segundo. O motivo? Não precisei olhar para saber que estava ficando pelado.

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